acreditava que existiam amizades verdadeiras e eternas, daqueles que poderiam durar a vida toda, sempre juntas, até a velhice. Acreditava que a amizade era saber perdoar e respeitar as escolhas dos amigos, mesmo quando consideramos que aquela não é a melhor escolha. Acreditava que a amizade era saber estar presente, apesar das falhas e dos erros do passado. Acreditava que a amizade era estar com alguém porque gostamos da companhia e não porque não temos mais ninguém com quem estar. Acreditava que a amizade era ajudar a ultrapassar as mágoas e as dores que a vida nos provoca. Acreditava numa amizade que superava tudo, numa amizade que estaria presente nos bons e maus momentos.
Afinal, enganei-me, a amizade não supera tudo. Não existem amizades verdadeiras e eternas. Não existem amizades para a vida...